Skaf:

O movimento dos caminhoneiros afirmou que, até a sexta feira 25 (amanhã), dará livre passagem para cargas vivas e remédios. Mas que, se um acordo não for alcançado, a partir de sábado, dia 26, nenhum tipo de carga passará.
O movimento não pode impor sofrimento às cargas vivas, deixar que animais morram de fome e sede nas estradas, nem privar a sociedade do livre trânsito de remédios e produtos perecíveis.
Identificamos em relatório do Ministério das Minas e Energia de abril que o preço interno do diesel S 10 cobrado pela Petrobras está 5% acima do padrão internacional (preço do golfo do México).
A Petrobras deve ter liberdade para definir os preços, mas tem a responsabilidade de não tirar vantagem excessiva de seu poder de monopólio e impor valores acima do mercado internacional. É hora de ter equilíbrio.
 
Paulo Skaf
Presidente da Fiesp e do Ciesp