Odebrecht Agroindustrial:

O impacto positivo do etanol brasileiro ao meio ambiente será apresentado na principal conferência internacional de análise de ciclo de vida (ACV), Life Cycle Management, que acontece nesta semana, em Luxemburgo.
 
A Odebrecht Agroindustrial, que tem capacidade de produção anual de 3 bilhões de litros de etanol e 3,1 mil GWh de energia elétrica a partir de biomassa, apresentará, no próximo dia 6 de setembro, um estudo realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) que confirma aspectos positivos do combustível em relação a similares como gasolina e etanol de milho.
 
“Em tempos de discussão sobre o Renovabio, o estudo ratifica que o etanol é uma alternativa real para a redução dos impactos em mudanças climáticas e tem potencial para contribuir com as metas estabelecidas pelo Brasil no Acordo de Paris”, afirma Mônica Alcântara, responsável por Sustentabilidade na empresa.
 
De acordo com o inventário de emissões de gases do efeito estufa (GEE) realizado pela Odebrecht Agroindustrial, as emissões evitadas pelo uso do etanol da empresa somaram 4 milhões de toneladas de CO2 equivalente na última safra.
 
O estudo da FGV aponta que as emissões da fase agrícola (produção e transporte de cana-de-açúcar) da Odebrecht Agroindustrial representam cerca de 76% das emissões totais de GEE do produto. A produção industrial e a distribuição de etanol representam, em conjunto, cerca de 17% das emissões e a queima de etanol como combustível representa cerca de 7%.
 
“Os resultados do trabalho servem para a construção de diagnósticos que identificam os pontos relevantes tanto da parte de emissões de GEE quanto do uso consuntivo de água. A partir disso, aprimoramos indicadores internos para a melhoria dos nossos controles na produção de etanol”, acrescenta Mônica.