Em tempos de Covid-19, Centro Internacional de Negócios de MS auxilia empresas sobre mercado.

 

 

Apesar das constantes preocupações com a economia devido ao avanço da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o CIN/MS (Centro Internacional de Negócios de Mato Grosso do Sul) vem na contramão da crise ao apoiar as empresas sul-mato-grossenses a buscarem novos mercados. Isso porque o momento de desacelerada nas atividades é favorável para que os empresários revejam seus processos de gestão e fabricação e aproveitem para elaborar um plano de internacionalização.

 

 

“É um momento em que a empresa terá informações necessárias para tomada de decisão e diminuição de gargalos existentes. Caso o colaborador esteja trabalhando home office, terá a oportunidade de se capacitar e entender melhor quais são os fatores exigidos em uma exportação ou importação”, destacou a analista de comércio exterior do CIN, Gracieiry Ferreira.

 

 

Nesse sentido, ela reforçou que o Centro Internacional de Negócios tem se mantido informado em relação a economia mundial e os mercados em potencial, buscando alternativas eficazes de negociação. Além disso, a equipe do CIN tem apresentando aos empresários um vasto portfólio para que eles possam se capacitar e preparar sua empresa para esse novo cenário do mercado internacional.

 

 

“Para ajudar no combate à Covid-19, o Governo Federal tomou medidas que alteram as operações comércio exterior. As principais mudanças ocorreram na facilitação e simplificação de licenciamento, no controle ou fiscalização de 91 Nomenclaturas Comuns do Mercosul de uso médico hospitalar e redução de 0% de tarifas de importação desses produtos”, pontuou Gracieiry Ferreira.

 

 

Ela ainda ressaltou que o fechamento das fronteiras brasileiras impactou apenas a circulação de pessoas, e não de produtos. “Dessa forma, os países que fazem fronteira com Mato Grosso do Sul continuam suas operações de comércio exterior normalmente. Então, em resumo, as medidas governamentais adotadas favorecem positivamente as indústrias, que conseguirão importar matérias-primas e produtos com mais agilidade e a custos menores”, salientou.

 

 

Ainda conforme a analista do CIN, os empresários encontrarão menores barreiras na anuência das importações pelos órgãos regulamentadores envolvidos. “Outro fator importante, é que os empresários que tiveram suas demandas comprometidas têm a oportunidade de utilizar sua planta fabril para a industrialização dos itens médico-hospitalares, tão necessários neste momento de pandemia, gerando receita que proporcionará a manutenção de seu funcionamento e permanência de seus colaboradores”, finalizou, informando que mais informações podem ser obtidas pelo telefone (67) 99240-7001 ou pelos e-mails cin@fiems.com.br e comercialcin@fiems.com.br.