CerradinhoBio encerra 1° trimestre da safra 2020/2021 com recordes de produção e receita.

Ebitda do trimestre foi 35,4% superior à safra anterior, enquanto produção de etanol registrou crescimento de 29,8%

 

 

 

 

A CerradinhoBio, referência em produtividade agrícola e industrial no setor sucroenergético, encerrou o primeiro trimestre da safra 2020/2021 com desempenho histórico. A receita líquida acumulada foi 50,3% superior à safra anterior, totalizando R$321,1 milhões, enquanto o lucro líquido registrado foi de R$2,1 milhões, contra R$8,2 milhões negativos no mesmo período da última safra.  O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) do trimestre, por sua vez, totalizou R$103,6 milhões, um crescimento de 35,4% em relação ao mesmo período da safra anterior.

 

 

Para o presidente da CerradinhoBio, Paulo Motta, os números são reflexo de investimentos planejados, que visam ampliar a capacidade produtiva da empresa, produzindo com eficiência e baixo custo. “A nova planta de milho foi concluída conforme previsto e sua operação foi essencial para os ótimos resultados deste primeiro trimestre da safra 20/21”, destaca. 

 

 

A produção de etanol acumulada do 1° trimestre, que se encerrou no dia 30 de junho, registrou um incremento de 29,8% em relação ao mesmo período da safra 19/20, alcançando a marca de 179,3 mil m³. Este crescimento na produção de etanol está diretamente ligado com a operação da Neomille (nova planta de milho), além de um acréscimo de 12% na produção proveniente da cana (155 mil m³ x 138 mil m3). O bom ritmo apresentado na produção de etanol se deve ainda a maior estabilidade do processo (eficiência e disponibilidade).

 

 

PARA CONTINUAR CRESCENDO

 

 

De acordo com Motta, a CerradinhoBio continua focada em otimizar o aproveitamento de seus ativos como forma de reduzir custo e aumentar produção. “Estamos trabalhando em duas outras frentes importantes de geração de valor: o projeto de aumento da eficiência energética, que têm potencial de incrementar em 20% nossa exportação de energia e o projeto para eliminação de gargalos na Usina de Cana, que contribuirá para aumentar a capacidade de moagem para 6,1 milhões de toneladas de cana”, enfatiza Motta.