Centro-Oeste é a única região do Brasil com menos baixa na economia e investe na tecnologia para o agronegócio.

 

 

Com a pandemia do coronavírus a economia do Brasil, assim como de outros países, tem sofrido uma grande baixa, que segundo dados do Banco Central, já chegou a 15,29%. Porém, mesmo com a crise, as regiões do País onde o agronegócio é a base da estrutura econômica registraram quedas menores quando comparadas às demais, onde esse segmento não possui tanto protagonismo.

 

 




O Centro-Oeste, por exemplo, apresentou o melhor desempenho e de maneira geral, sofreu abalo de 6,16% nas atividades econômicas durante o primeiro trimestre do ano. E para continuar com a produção em alta, a tecnologia tem sido grande aliada dos produtores.

 

 




É o caso dos drones utilizados pela ARPAC – startup especializada em serviços agrícolas, que tem auxiliado o setor agrícola com voos de imagem feitos por drones, pulverização de defensivos em área total e catação química. O Centro-Oeste faz parte de 28%, do total de clientes da empresa e mesmo com apenas 4 mil hectares sobrevoados – menos de 5% que a empresa sobrevoou no Brasil – , a região já gera 106 mil reais de faturamento, quase duas vezes mais que a região Sul.