62% da energia utilizada pela Kepler Weber é de origem renovável.

Migração para o Mercado Livre de Energia Elétrica permitiu a mudança na matriz energética da fábrica

 

 

Com o ingresso no Mercado Livre de Energia Elétrica, a Kepler Weber – empresa líder em soluções de pós-colheita com 95 anos de experiência – reportou que 62% do total de energia elétrica consumida em 2019 foi proveniente de fontes renováveis. Neste Dia do Combate à Poluição Industrial, comemorado em 14 de agosto, a empresa celebra seus esforços em busca de uma produção industrial mais consciente. Os dados constam no Relatório de Sustentabilidade de 2019 da companhia, recentemente tornado público.

 

 

A migração para o Mercado Livre de Energia Elétrica ocorreu no dia 1 de janeiro de 2019 pertencendo na modalidade de Consumidor Especial, em decorrência do montante da demanda mensal. Além do resultado total da companhia, só a unidade fabril de Panambi (RS) registrou 68% de uso de energias renováveis.

 

 

Além dos avanços sustentáveis na área de energia, outro aspecto positivo registrado no Relatório de Sustentabilidade de 2019 da Kepler Weber se refere à geração de resíduos. O aço, principal matéria-prima, possui alto poder de reciclagem – 98% da sucata gerada retorna às siderúrgicas. Desde a implementação do modelo de produção Lean Manufacturing, em 2015, a redução de resíduos desse material passou a ser um indicador de produtividade da área industrial. Em 2019, o indicador que mede o percentual de sucata sobre o quilograma de produto finalizado foi de 14%, o que representa uma queda de 2 pontos percentuais no comparativo com 2016. Além disso, a meta geral de redução de resíduos metálicos para 2020 é de 13%.

 

 

Quanto aos resíduos de aço, são realizados controles diários e auditorias periódicas dentro do Sistema de Gestão Integrada (SGI). A importância do tema pode ser avaliada pelo fato de ser este um critério de bonificação de colaboradores. Na unidade fabril de Panambi (RS), a meta para 2020 é diminuir em 10% a geração de resíduos, em relação a 2019. Nos últimos anos de adoção do Lean, a empresa observou um aumento de 62% na produtividade da fábrica de Panambi (RS), principal unidade fabril da empresa.